domingo, 28 de octubre de 2007

Beatle George


Estava pensando em levar uma cítara para o Brasil, mas acho que vai dar muito trampo. Até porque encontrei uma numa loja e fui dar uma averiguada. O negócio é complexo, não entendi como faz para tirar som deste trem. Em Auroville visitaremos uma fábrica de instrumentos. Talvez eu leve uma flauta ou um tamborzinho. Mais fácil de transportar.

nas ruas





bi-bi, fon-fon, bé-bé. Buzinou, eu aceno!

a praia



Momento de silêncio, longe das buzinas. Somente o som das ondas batendo nas pedras. O povo não tira as roupas para entrar no mar.

o mercado


Quase todas as casas e lojas comerciais, assim como as barraquinhas do mercado, possuem máscaras de demônios nas fachadas para afastar os maus espíritos. Em outras palavras, afastar o olho-gordo.



A pimenta. Indispensável na alimentação indiana.
Chiliganga: palavra inventada por nós. Algo como Ganges de pimenta.


Ao entrar no mercado de Pondicherry, a impressão que se tem é de que viajamos no tempo. Ali se vende peixe, flores, roupas, frutas e mais uma infinidade de coisas. O movimento é intenso e o volume dos gritos compete com as buzinas nas ruas. Atordoante.

Onde esta a Loli?


Entramos em um casamento, rolando muita música e uma super produção. Não é que viramos a atração??? Começaram a nos filmar filmando e aparecemos no telão!!!

imagens domesticas






Kali gosta de subir na janela.
Do outro lado da rua se avista a casa 19.
Uma noite de tempestade inicia as monsões.
Alguém sabe como acender a luz?

viernes, 26 de octubre de 2007

primeiros momentos



Saímos do Brasil com o objetivo de fazer um filme aqui. Não sabemos ainda que filme é este. Para que todos possam compreender, vale apresentar nossos anfitriões: Camila, irmã de Loli, e Jordi, marido de Camila. Duas figuras especiais que já vivem aqui há algum tempo. Através dos olhos deles, a India vai se desnudando com maior suavidade. Jordi, arquiteto, desenvolve um trabalho na reconstrução das áreas atingidas pelo Tsunami.









No nosso segundo dia aqui em Pondicherry, saimos com Jordi para uma visita em duas vilas onde ele trabalhou. Na primeira vila, Nayarkakkuppam, o projeto da Ong foi a construção de ductos e de outra infra-estrutura para que a população tenha acesso a água potável. Ainda que o Tsunami não tenha destruído a vila, toda a água ficou salinizada. Após a tragédia, os moradores tinham que caminhar 2 km para conseguirem água. O mais curioso é que além da água, a comunidade elegeu como prioridade a construção de um Marriage Hall, um salão de festas para realizarem seus casamentos.



A comunidade nos recebeu muito bem, pudemos passear, fotografar e filmar a vila e os moradores, tendo o motorista, Guru, como nosso tradutor.



Sempre quando perguntávamos a ele o que as pessoas estavam dizendo, ele respondia: HAPPY!

Pondicherry - dia de chuva




Já nos primeiros dias, me dei conta da impossibilidade de "entender" a India. Seria necessário me livrar de trinta anos de vida no ocidente para falar deste país com propriedade. O que pretendemos fazer é simplesmente relatar nossas impressões. Logo, vale lembrar que, assim como as fotografias postadas, os breves textos não passam de recortes de marinheiros de primeira viagem.
marco

A chegada


Eu e Loli saímos do Brasil e chegamos na India há alguns dias atrás. Tudo é muito recente e não sei direito ainda por onde começar. Criamos este blog com o objetivo de registrar o que estamos sentindo e manter a comunicação com os nossos amigos e familiares que estão no Brasil.